sexta-feira, 31 de julho de 2020

Na bagagem.


É certo e sabido, levo sempre mais roupa e mais livros do que aqueles que vou usar ou ler... mas prefiro jogar pelo seguro. Não esqueço aquele mês em Moçambique em que levei apenas um livro de Richard Zimler. A Sentinela  ou seria Os Anagramas de Varsóvia? 


E depois a ânsia de chegar ao aeroporto de Nampula para comprar um livro para a viagem! Livros , nada. Só em casa da Zita em Maputo onde iniciei O Alegre Canto da Perdiz de Paulina Chiziane que terminei já em Lisboa.   


Agora levo estes. Nao tenho  limitações  de peso na bagagem!


Vamos ver quantos leio e que alegrias me vão dar. 


 

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