quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

#9 Mãe

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#9 Mãe


Ela não podia deixar de aqui figurar. A maior referência da minha vida.


A grande inspiradora. Sempre e ainda hoje.


Ficou no coração de muitas pessoas que a conheceram e que continuam a falar do seu sorriso, do optimismo, de nunca achar que havia impossíveis. Aquelas mãos eram mágicas. Na costura, na cozinha, em tudo onde poisasse as mãos. Escolhi o poema de Carlos Drummond de Andrade, porque tudo o que saía daquelas mãos tinha um sabor, um toque especial. Comovente encontrar aquele cartão que acompanhara uma prenda nalgum Natal de família, naquela caligrafia bicuda inesquecível e com um adorável “erro” ortográfico: “Senhor, quida bem da pessoa que está a ler esta mensagem.” Quem melhor do que a Gracinha para ser a pessoa a ler todos os dias aquela mensagem!?


E por fim o melro. “Hoje já vi um melro. O dia vai-me correr bem”.


Colagem feita no Dia da Mãe.

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